Mostrar mensagens com a etiqueta Ivo Rafael. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ivo Rafael. Mostrar todas as mensagens

Titanic Amarelo

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Todos sabemos a razão pela qual a UGT foi criada. Todos sabemos qual o papel histórico desta auto-proclamada “central sindical” no processo contra-revolucionário. Sabemos que espectro político e financeiro a alimentou, sabemos a quem ela serviu e quem dela tirou vantagem. Também sabemos que durante anos teve um líder que garantiu e assegurou, mesmo no meio de algumas e abafadas dissonâncias internas, a sua fidelidade à causa do patronato, disfarçada sob o nome de “sindicalismo” ou de “sindicatos”. Não foi por acaso que, nos últimos anos, a UGT recebeu elogios vindos directa e abertamente de PSD e CDS, de Passos e Portas, numa conjuntura em que se verificou a mais grave ofensiva contra trabalhadores desde o 25 de Abril. Tais elogios da direita e da extrema-direita, que seriam e são um vitupério para qualquer trabalhador consciente da realidade, foram, para a UGT, um prémio e um reconhecimento absolutamente justo. A política da ajuda aos bancos e de empobrecimento dos trabalhadores muito deve à UGT e aos seus dirigentes. Sem eles, esta desgraça social a que PSD/CDS continuam a chamar «política de sucesso», não teria sido objectivamente possível.

A «Resolução» de Passos no PSD

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Banif. Pois claro. Tinha de haver uma muito boa razão para o gangue direitista não querer largar o poder tão cedo. Tinha de haver ali qualquer coisinha a «salvaguardar» a todo o custo, mesmo estando os dois partidos em minoria na Assembleia da República. Tinha de haver lixo – e que lixo! - debaixo do tapete. Havia que continuar a esconder o crime e a abafar o odor a cadáver com mais quatro anos de PAF. Tudo debaixo da total complacência e “cooperação institucional” de alguém que, sem dúvida informado em detalhe desta tramoia – Cavaco Silva – tem sido arredado das culpas e do leque de responsáveis pelo desastre que os contribuintes, mais uma vez, vão ser chamados a pagar. Será uma pena se ninguém o chamar, ou se ninguém o interrogar formalmente, na anunciada e mais que justificada comissão de inquérito ao caso Banif.

Marcelo: Som que se propaga no Vácuo

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

O candidato presidencial Marcelo Rebelo de Sousa deu por estes dias uma entrevista à SIC que teve, aparentemente, desde logo, o condão de não ter perguntas previamente combinadas. Não havia, aparentemente, temas “escolhidos” nem guião de conversa como acontecera noutros carnavais, onde de resto Marcelo “nadava” como outrora nas águas do Tejo. E, por isso, aconteceu o esperado: quando confrontado com aquela que é a sua experiência política ou com o seu passado partidário, Marcelo tropeçou em si próprio e conseguiu uma proeza que ultrapassa as barreiras da ciência e as leis da física: propagar som... no vácuo. Mas já lá vamos.

Requiem por Cavaco

terça-feira, 24 de novembro de 2015

O anúncio da morte política de Aníbal Cavaco Silva não é nitidamente exagerado. Cavaco teve hoje, dia 24 de Novembro de 2015, a poucos meses da sua saída formal e com a indigitação de António Costa como primeiro-ministro, o seu último acto de relevo enquanto agente político neste país. E há que acentuar isto mesmo, a sua faceta enquanto político, de que ele tanto hipocritamente se quis afastar nos últimos anos e da qual nunca obviamente poderia fugir. Foram vinte anos de Cavaco, e vinte anos de Cavaco é muito tempo. Dez anos como primeiro-ministro, dez anos como presidente da República e, todavia, nenhum como estadista, nenhum como digno e imparcial representante do povo português. Foi, isso sim, um fiel serventuário do capital e um intrépido defensor do primado do poder económico e financeiro sobre a democracia e sobre os valores nascidos de Abril. Cavaco foi a lança de todo um histórico frentismo empresarial e institucional – que começa no PSD e acaba nos banqueiros e empresários monopolistas – que sempre logrou ajustar contas com um passado que, "tenebrosamente", ameaçava não dar tréguas ao sistema de exploração, repressão e indignidade que sempre deu tanto a uma dúzia de privilegiados e tão pouco à esmagadora maioria do povo.

O Governo-Zombie

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Foi hoje conhecido o tal “governo sólido” que Passos Coelho prometeu para os próximos quatro anos. E há, de resto, uma mão cheia de novidades. Não nas vontades, nem nas políticas, evidentemente, mas sim na simbologia que carrega quer a continuidade de uns, quer a entrada de outros. De “boas” referências do passado, a novas e redobradas garantias a mortos-vivos do governo anterior, esta “lista vip” de ministros e ministérios é bem ilustrativa da “ameaça” que seria ter esta direita durante mais quatro anos no poder. Após toda uma legislatura de uma política de monstruosidades, eis-nos agora perante um governo-zombie, que tem essa mais-valia anunciada de se esvair em cinzas já no próximo nascer do sol.

O Falso Génio

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

É já quase um lugar-comum o facto de não haver pé de igualdade entre candidatos e candidaturas aos principais órgãos políticos do país. Sabemos muito bem que a formação da opinião pública, e consequentemente do voto, ainda depende – e muito – do que é veiculado e "como" é veiculado pelos órgãos de comunicação social. A direita, melhor do que ninguém, sabe que assim é, e não tenhamos dúvidas de que, nos dias que correm, tão importante como escolher deputados e ministros é escolher e mover influências para ter determinados comentadores “a entrar” todos os dias nas casas dos portugueses. Faz parte da estratégia que vai enganando e “controlando” muito boa gente neste país. Faz parte das razões que trouxeram o país para o pântano em que se encontra metido.

Luzes, Sombras e «Ganhar Sempre»

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O cenário pouco depois das projecções não podia ser mais ameaçador. Marco António Costa e Nuno Melo, de braços no ar, reaparecidos, saídos do buraco onde estavam há semanas, davam vivas à coligação. Na TVI estava Miguel Relvas, o doutor, outra aparição, ufano, de peito cheio e sem vergonha na cara, a dar lições de política e de moral. Perguntassem-me por acaso, há um ano, se veria como possível este cenário e estes figurantes, de semblante vitorioso, numas próximas legislativas, por certo teria de responder algo como isto: «Não brinquem comigo. Isso seria mau demais para ser verdade.» Em boa verdade, as coisas não eram tão luminosas quanto nos pareciam fazer crer.

«Comemos com um resgate»? Quem?

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Esta frase soaria de forma estranha na boca de qualquer primeiro-ministro, não fosse esse primeiro-ministro chamar-se Pedro Passos Coelho. Assim, a acrescentar ao insistente e reiterado uso do “dourar a pílula” e a outras tiradas no mínimo desajustadas, tratando-se do minguado Pedro Passos Coelho que nunca nos habituou a proferir grandes inteligências, antes pelo contrário, o inusitado “comemos com um resgate” foi só e apenas mais do mesmo. Mas eliminando a estética institucional da coisa, e que a direita por norma tanto preza e tanto critica nos outros, e passando à substância, que é o que realmente aqui nos importa, talvez seja bom usar a expressão do primeiro-ministro para reflectir sobre quem é que de facto “comeu com o resgate” e, sobretudo, quem é que “comeu dele”.

Desmontar a Farsa: Números do Desemprego

sábado, 1 de agosto de 2015



Ler estudo completo do economista Eugénio Rosa

De Chumbo em Chumbo

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Depois de, há poucas semanas, ter detectado e apontado irregularidades e falta de transparência nas privatizações da EDP e da REN – em claro e grave prejuízo para o Estado Português –, o Tribunal de Contas voltou a arrasar mais um acto de gestão do actual governo. Desta feita, os juízes consideraram “excessivo” o aumento da taxa da ADSE e denunciaram – e este é o verbo mais adequado – o uso desse mesmo excedente para “compensar a redução do financiamento público” e satisfazer “problemas de equilíbrio do Orçamento do Estado”. Ou seja, o inusitado sacrifício que o governo impôs aos funcionários públicos teve apenas um único propósito: mascarar o défice, inverter estatísticas negativas e alimentar a ideia de que, afinal, as contas públicas estão “no bom caminho”.

Bem-vindos ao «pelotão da frente»

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Ano da desgraça de mil novecentos e oitenta e seis. No dia primeiro do mês Janeiro, Portugal é formalmente anexado a uma grande corporação capitalista, que para levar a cabo o seu desejo de domínio e monopólio europeu e mundial, necessita, como é normal neste ciclo, de fiéis serventuários. Atribuem-nos milhões para adoçar a boca e que são gastos como sabemos. Abate-se a produção nacional, sequestra-se a nossa capacidade económica, aniquila-se grande parte da nossa independência financeira, social e também política. Prometem-nos a «modernidade», a «solidariedade» e a oportunidade «imperdível» de entrarmos num «pelotão da frente» que, é preciso recordar a jactância, faria de nós «um grande, moderno e avançado país». Depois de anos de desbragada ilusão, o doloroso definhamento histórico salta à vista. Um retrocesso cujos indicadores sociais e políticos só encontram comparação em períodos de catástrofe, ou de pós-guerra. A realidade, essa teimosa, essa persistente, mostra-nos todos os dias – como o PCP na altura isoladamente afirmava – o grande sarilho, a grande tragédia, a grande farsa em que PS, PSD e CDS nos meteram.

O velho exame da velha escola

terça-feira, 19 de maio de 2015

A criança tem 9 anos e vai de rosto fechado pela rua fora, como todos os dias. Mas hoje, ao contrário do que é habitual, não me disse bom dia. A princípio, não percebi muito bem porquê. Os pequenos também têm as suas “consumições”, dizia a minha avó, foi o que pensei. Depois despertei. É dia de exame. A criança está absorvida por preocupações. Dia de martírio. De ser encostada à parede. Dia em que, pela primeira vez, aquela criança será sujeita à solenidade terrível de uma espécie de julgamento precoce em que todo o ambiente, todo o contexto à sua volta não propicia senão o nervosismo, a ansiedade, o medo e a insegurança. Os exames finais não são pedagogia em parte nenhuma do mundo. São apenas tormento.

Das falácias do Sr. Governador

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Carlos Costa, o homem-estátua do Banco de Portugal, o governador que ficará na história por nunca ter tido a coragem nem competência para afrontar, denunciar ou retirar a idoneidade aos grandes obreiros do desastre financeiro do BES apareceu agora, muito ufano e cheio de moral, para mostrar o quão forte e corajoso afinal sabe ser para com os trabalhadores e os desempregados. Em declarações a vários órgãos de comunicação social, no momento em que ainda se sente no ar o odor fétido de anos de inabilidade e inépcia do organismo que continua a dirigir (sem que se saiba ainda muito bem porquê), Carlos Costa pede uma “reforma laboral” que mais não é que um apelo à radicalização da austeridade e à diminuição dos já escassos apoios sociais.

Direita «observadora» e Constituição

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Não é novidade para mim – já o tinha escrito algures – que a próxima grande batalha da direita portuguesa – que não resume aos partidos mas também e sobretudo aos interesses e corporativismos dominantes – consistirá, invariavelmente, na tentativa de derrube da Constituição da República Portuguesa. Como sabemos, para «suavizar» as pancadas, a direita especializou-se em atribuir designações falaciosas aos seus intentos mais macabros. Da mesma forma que, entre muitas outras coisas, o «ajustamento» nunca foi ajustamento nenhum, nesta questão em concreto também não é de «revisão» do texto constitucional que estamos aqui a falar. É mesmo de derrube, de destruição, de subversão, de completa capitulação de o que resta da democracia e da vontade do povo às leis «modernas» da finança, do economicismo e da ditadura do capital. E este “grande desígnio” é aliás uma questão de elementar lógica: se a Constituição foi, de forma muito particular nos últimos meses e anos, a grande salvaguarda e o último bastião da defesa daqueles que menos têm e menos podem – dos trabalhadores, dos reformados, dos pensionistas –, importa portanto eliminar essa «pedra no sapato» daqueles que, hoje como ontem, exploram, usam e abusam daqueles que, no fundo, à custa dessa exploração – cada vez maior e mais acentuada - lhes deram e dão o pão a ganhar.

Cofres cheios e barrigas vazias

quinta-feira, 19 de março de 2015

“Portugal tem os cofres cheios”. Foi com esta tirada insultuosa, perversa, ignóbil, que a ministra das finanças encerrou as jornadas do PSD. Com a sua habitual pose altaneira, almejando o júbilo de uma plateia certamente inebriada pela gloriosa revelação, a responsável política que não foi senão “carrasco” de milhões de portugueses e portuguesas, vem gabar-se de que, afinal, o país “tem os cofres cheios”. Cofres cheios “para honrar os seus compromissos na eventualidade de surgirem perturbações no funcionamento do mercado”, claro está, não vá haver qualquer tipo de dúvidas. E eis-nos então perante o país sonhado por PSD e CDS: um país “de cofres cheios”, mas que obriga crianças a irem à escola nas férias para terem direito a uma refeição digna.

A «Telmice»

sexta-feira, 13 de março de 2015

O PCP propôs ontem na Assembleia da República uma lei que, no fundo, tinha como objectivo contribuir para a transparência do exercício do cargo de deputado. São, aliás, conhecidas e já várias vezes denunciadas, situações de promiscuidade gritante entre deputados que são simultaneamente políticos e agentes de interesses privados na sede onde se decidem as leis deste país. Como seria de esperar, PS, PSD e CDS votaram e rejeitaram o referido projecto do PCP. E o mais elucidativo é que, tratando-se de matéria de transparência, quem mais acusou o toque e quem mais vociferou contra a proposta foi precisamente o partido dos sobreiros, dos submarinos e de Jacinto Leite Capelo Rego.

A Cobertura de Cavaco

sábado, 7 de março de 2015

Cavaco Silva decidiu vir a terreiro fazer a cobertura e o branqueamento da fuga declarada de Passos Coelho à Segurança Social. Pelos vistos, sua equívoca excelência já terá tomado conhecimento dos contornos do incumprimento e já terá inclusive aceitado a respectiva justificação. Reagiu como seria expectável. Fê-lo em nome do PSD. Aliás, corrijo, Cavaco conseguiu ir muito mais longe do que aquilo que o próprio PSD alguma vez se atreveria a ir em defesa da sua honra. Ao colocar uma fuga descarada e assumida aos impostos no plano da disputa meramente eleitoral, ao reduzir dessa forma um assunto de enorme gravidade de uma alta figura do estado ao nível da básica troca de galhardetes entre candidatos, ou até ao nível da colagem de cartazes e da distribuição de panfletos, Cavaco dá ele próprio, com parcialidade e total comprometimento, o tiro de partida na campanha do PSD às próximas legislativas.

A «boa imagem externa» que é ser-se um servil rastejante

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Há cem anos, a subserviência a uma potência externa (no caso, a Inglaterra) atirou-nos para a frente de combate da maior das guerras até então travadas no tabuleiro europeu e mundial. Um século decorrido, o mesmo sentimento de bajulação e servilismo de quem nos governa face a uma outra grande potência externa (neste caso, a Alemanha), atira-nos em sacrifício, rotos e famintos, para as trincheiras da batalha pela defesa da ideologia da austeridade. Num caso como noutro partimos impreparados, com uma mão à frente outra atrás, sem vontade de exigir o que quer que fosse ou o que quer que seja, mas em ambos os contextos com a mesma predisposição e o mesmo objectivo: ser um cão-de-fila exemplar, elogiado “pela dona” enquanto serventuário fiel, bem domesticado e obediente.
Em boa verdade, a imagem que Portugal tem hoje na Europa e no mundo não é a de um país "cumpridor" e "responsável", nem a de "um caso de sucesso" das políticas europeias; a imagem de Portugal é hoje apenas a de um mero e rastejante lambe-botas da Alemanha.
Na vergonhosa e humilhante qualidade de voz do dono, este país vergado ao vexame do domínio financeiro alemão na União Europeia esteve ontem na reunião do Eurogrupo com uma única missão: defender a todo o custo as posições de Berlim. Maria Luís Albuquerque, a senhora dos «swaps», tratou de tudo fazer para que a austeridade não tivesse qualquer tipo de atenuante ou interrupção na congénere Grécia, ao ponto de o ministro das finanças grego que, contrariamente a ela, foi eleito e não nomeado (e mesmo assim contra a vontade de Portas, o irrevogável), tivesse que vir a público dizer que «por uma questão de boas maneiras» não iria comentar as notícias que davam conta do «bloqueio ibérico» ao acordo firmado.

«O país está melhor»

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Crispado Silva

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O homem não era visto nem ouvido há meses, e agora que aparece, surge-nos crispado. Motivo? Indignado com as inusitadas mortes nas urgências? Indignado com a incompetência do governo na Justiça, na Educação? Nada disso. Alguém tocou, mais uma vez – malditos sejam – no pelos vistos muito aborrecido e incómodo tema da ligação de sua excelência ao grupo Espírito Santo. Isso é que é preocupante. Já não o víamos tão exaltado desde a sua associação à SLN e ao BPN do seu amigo Oliveira e Costa. O dito senhor enervou-se, fez triste figura aos microfones e câmaras dos jornalistas, empalideceu e tremeu o queixo, deu-lhe o verbo para a lamentável postura do costume.

Vociferou a palavra “mentira” duas ou três vezes, desdisse o que tinha dito e declarou, com toda a sobranceria e despeito, “nada ter a acrescentar”
Saiu-lhe a tradicional arrogância e o tom de quem, parafraseando Saramago, tem sempre a pretensão de “dar lições”. Lá veio a remissão professoral para o site da presidência, o apontar para a raridade e santidade das suas próprias palavras, a nunca acertada interpretação dos incautos daquilo que um dia sua genialidade disse, porque nunca ninguém é suficientemente inteligente para captar o "verdadeiro alcance" das palavras sábias de Cavaco Silva. Lá reapareceu a assunção fantasiosa do carácter excepcional da sua integridade política, dizendo-se, ou gabando-se, de ser «talvez o único político em Portugal» que tem tudo o que disse «publicado no site da presidência». O homem que, em boa verdade, mais provas tem dado de ser o mais desastrado, o mais diminuído, o mais comprometido, o mais desprestigiante político que o país viu após o 25 de Abril de 1974.