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O postal dos correios enviado pelo PS

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

A fórmula é sempre a mesma: quando os números das receitas geradas não correspondem às ambições de patrões ou accionistas, a solução passa inevitavelmente por mandar uns quantos trabalhadores para a rua. Às vezes despedem-se dezenas, outras centenas, como é o caso concreto de que aqui se trata, e para os que ficam a certeza de cortes, congelamento de progressões e de salários. Deve haver algum problema com a formação sempre muito bem paga dos CEO’s ou gestores deste país, ou de outro qualquer, sempre saídos de eminentíssimas academias nacionais e internacionais, porque por mais habilitações, graduações ou anos de experiência acumulada que apresentem a sua fórmula "mágica" é sempre a mesma: há problema? Então despede-se!

Novos meios de enformação

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Quando, em 1999, a caminho dos 18 anos, entrei pela primeira vez na redacção de um jornal, apaixonei-me. Como quando fui a Londres, apaixonei.me. Apaixonei-me, eu, um gajo manifestamente contra o amor. Havia qualquer coisa naquele sexto andar que me prendeu de uma forma indescritível. Entrei e ninguém me ligou nenhuma. Normal, presumo. O barulho dos teclados que se misturava com os dos telefones, a procura das fontes e as pessoas que subiam e desciam até ao sétimo andar, onde estava então a paginação.

Não sou nem nunca me vi como jornalista mas passei por alguns jornais. Deles trouxe muitos e bons amigos, que guardo ainda hoje, e outros que que acumulam as características de serem uma merda como pessoas e como jornalistas. E outros que já se esqueceram do que passaram quando foram jornalistas. Mas como é que viemos parar aqui? Como é possível que o despedimento de 160 pessoas de uma mega-empresa de comunicação aconteça e os jornais continuem a sair no dia seguinte?

Indignação e tal

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A Coca-Cola vai despedir 750 trabalhadores e recolocar cerca de 500, numa reestruturação - nome que agora se dá aos despedimentos - que fechará quatro das 11 fábricas da empresa em Espanha.

A empresa beneficia naquele país, com um nível de desemprego comparável ao nosso, de benefícios do Estado que rondam os 900.000 de euros. Já estamos tão habituados a ouvir falar de milhares de milhões que quando falamos só de milhões parece coisa pouca.