João Lemos Esteves, és uma besta

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Tenho dez minutos para, na pausa de almoço, começar e acabar de escrever esta nota. As linhas esticam-se e apagam-se numa percussão violenta. Estou irritado. Bem sei que não devia estar a perder o meu tempo de almoço com este gajo: é inútil criticá-lo, eu tenho mesmo mais que escrever e bestas destas há muitas. Mas nunca nada assim.

Fui professor durante anos e já vi textos muito mal escritos. Trago às costas ainda mais anos de batalhas políticas e conheço de trás para a frente os argumentos e os maneirismos da direita. Não me impressiono facilmente. Mas este texto é outra coisa.

Digo-vos, com a mais profunda sinceridade, que o João Lemos Esteves é a coisa mais estúpida que já li. O João Lemos Esteves é o proprietário de uma boçalidade tão exagerada e histriónica que parece que nos quer ofender com a sua própria estupidez. O intelecto do João Lemos Esteves é como os pombos que se atravessam, muito devagarinho, à frente dos carros, a pedir para serem atropelados. O João Lemos Esteves quer provocar. Desespera por ser comentado como os pré-adolescentes que vão com um megafone para os festivais a gritar «foda-se». E eu estou-lhe a fazer um grande favor.

O João Lemos Esteves é tão inculto que não sei por onde começar. Não sei se lhe devo explicar que a relação do PCP com a Albânia está como o seu vocabulário imberbe para Nemésio; não sei se lhe devo explicar que o festival de maiúsculas e pontos de exclamação é piroso; não sei se lhe devo dizer que é uma falta de respeito pelos leitores publicar um texto pejado de gralhas, erros de sintaxe, falhas de corrector ortográfico do word, etc. Mas o João Lemos Esteves não precisa do automático do word, precisa de um corrector de chapadas. Sempre que o João Lemos Esteves fosse preconceituoso e petulante, devia levar uma chapada. A sério.

Que o João Lemos Esteves seja uma besta e um energúmeno analfabeto com as opiniões trogloditas de um búfalo, tudo bem. Que o SOL não queira saber, é incrível. Será que no SOL ninguém acha grave isto ser publicado assim?
  • “Vergonhosa Escandalosa” Falta um ponto, minha besta.
  • “essa grande potênci mundial” falta um A, seu bruto.
  • “tão mau que nem sequer torna útil qualquer comentário que se faça.” Se não compreendes porque é que isto é uma escrita abaixo de cão, é porque a tua cultura é abaixo de cão.
  • “ Para nós, é mais fácil Portugal ganhar a Alemanha “ falta um acento, seu ignorante.
  • “O Futebol pode ser algo irrelevante: mas a bandeira de Portugal, as cores da nossa Pátria” O que tu queres é uma vírgula, não podes usar dois pontos nesta frase, seu escroque!
  • “Seja no futebol, não hipismo, na Academica, na Economia, na Investigação,” Não querias escrever “não”, querias escrever “no”. Mas és demasiado estúpido
  • “Há que honrar a nossa Pátria.” Quantos anos é que este tipo tem?
  • “ É que, o passado domingo, dia do jogo (7 de Setembro), coincidiu com o encerramento da Festa do Avante. “ Vírgulas todas fora do sítio, seu grande merdolas.
  • “Paulo Bento revelou as suas simpatias comunistas” Mentiroso, crápula, rasteiro, mesquinho.
  • “Afinal, era esta a grande surpresa que os comunistas haviam prometido para a Festa do Avante! Para os comunistas, foi o melhor encerramento de sempre!” Devias escrever um romance, João… és tão original, tens tanta piada e escreves tão bem…
  • “É que a Albânia é um dos países amigos do PCP – um dos exemplos a seguir para a construção de uma sociedade sem classes, para a vitória da ditadura do proletariado” Sabes que a Albânia é um país capitalista, não é? Diz-me: não sabes conjugar o pretérito perfeito ou não sabes a quantas estamos?
  • “ (jogadores de todo o Mundo, uni-vos!!!),” Não tens piada, pá. A sério. Não tens piada. És só estúpido. Pára.
  • “Estado põe e dispõe, não há ricos nem classe édia…” Falta um M, seu preguiçoso mentecapto. Não envergonhes mais os teus pais: revê pelo menos as gralhas do lixo que dás à estampa.
  • “Que paraíso para qualquer comunista, eu bom camarada Jerónimo!” Não faz sentido, meu grandessíssimo filho da puta.
  • “ah! … ui!...haaa…” Qual é o teu problema?
  • “Jerónimo, Jerónimo: para o ano, por que não convidar a Coreia do Norte. Por que não?” João, João... isto é um advérbio interrogativo. Devia ser: «Porque não?». Aprende a escrever, seu fascista ranhoso.
  • "Não aceitamos que Portugal – no futebol ou em qualquer outro campo – com a…ALBÂNIA!!!" Falta-te aqui uma palavra, seu imbecil. Compreendes a gravidade disto? Publicas textos em jornais em que as frases não fazem sentido porque faltam palavras inteiras!
João, és demasiado estúpido para escrever para qualquer jornal. Escreves demasiado mal para ser lido. És demasiado ignorante para discutir história. És uma besta, João. Uma besta que nem piada tem.

Sugiro que voltes ao sétimo ano e aprendas a tua língua porque se fosses meu aluno de português estavas chumbado. Aliás, eu desconfio que chumbarias a tudo, mesmo que estudasses e até nos psicotécnicos, nas análises ao sangue, nos inquéritos da revista Maria e nos controlos de drogas. Chumbas a tudo, João Lemos Esteves, porque és tão estúpido que conseguias entalar esses dedinhos alienígenas no website do SOL. És tão burgesso e tão espesso que nem o Google te consegue traduzir. Por favor, nunca mais escrevas na vida. Volta para debaixo da pedra de onde saíste e hiberna até à próxima era glacial.

Pronto, já desabafei. Agora volto ao trabalho. Espero que não te tenha ofendido, João. Mas não me respondas: ninguém te quer ler, lembras-te?

53 comentários:

  1. Só falta: "João Lemos Esteves escreveu este artigo a partir do seu iPhone 5s"

    ResponderEliminar
  2. Um autêntico mentecapto!

    A.Silva

    ResponderEliminar
  3. Muito, muito bom...
    Sem querer ser mau, quero que percas muitas vezes esses 10 min. de intervalo.

    ResponderEliminar
  4. O rapazinho tem experiência em vomitos e comê-los de depois com faca e garfo:http://expresso.sapo.pt/o-pcp-veste-prada-egucci=f771334

    ResponderEliminar
  5. Sr. António Santos, num dos seus comentários, o sr. escreve: ´"Ès só estúpido. Pára.". Deveria ter escrito "És só estúpido. Pára."
    Há que rever, há que rever antes de publicar :)

    ResponderEliminar
  6. Eu gosto especialemnte desta frase: "Não aceitamos que Portugal – no futebol ou em qualquer outro campo – com a…ALBÂNIA!!!"

    ResponderEliminar
  7. embora, até entre supostos especialistas, haja muita discussão sobre a matéria, "por que não?" é (o) correcto precisamente por ser interrogativo. Isto, claro está, na norma ortográfica a vigorar em Portugal entre 1945 e 2009/15.

    -- Por que (razão) não foste à escola?
    -- Porque não quis aprender a lição.
    -- Não foste, porque não quiseste!? (aqui o "porque" é não interrogativo, no sentido em que não busca o motivo -- é um "porque" que não está a perguntar a razão, mas sim a repetir, com pasmo, a justificação dada anteriormente pelo interlocutor.)
    -- Sim, não fui porque não quis. (aqui, o interlocutor reitera a justificação).
    -- Por que não quisteste ir? (qual a razão de não querer ir).
    -- Não quis ir, porque não gosto de aprender.
    -- Porque não gostas, (dizes-me tu)!? Como assim, mas por que é que não gostas? Por que (razão) não gostas tu de aprender?
    .....

    também, pela mesma norma, este "por que é que" tem de ser sempre separado e não pegado.

    No Brasil, há ainda o "por quê" (sempre pronome interrogativo) e o "porquê" (sempre como substantivo: "um/o porquê").

    ..

    voltando hoje ao sétimo ano, tal como sugere o texto aqui apresentado, desconfio que fosse ainda pior, bem pior, pois acredito que o autor do texto criticado passaria a todas as disciplinas, com distinção.

    tem sido assim num país que praticamente ignora que a sua língua faz a distinção entre "a moral" e "o moral" e em que, nos estádios e certos comícios, o hino nacional é quase sempre cantado com um "hão-de" no lugar em que, numa subtil concordância frásica, o autor escreveu "há-de".

    grato pela atenção.

    ResponderEliminar
  8. Subscrevo totalmente os comentários da Vera e do Fernando

    De

    ResponderEliminar
  9. É dar-lhe mais uns anos e aí estará o futuro 1º ministro deste país...

    ResponderEliminar
  10. Estimado anónimo das 18:14, deixo-lhe uma opinião fundamentada que argumenta em sentido contrário:

    "[Pergunta]

    — Gostarias de sair comigo hoje?

    — Por que não?

    Nesta situação, o «por que» escreve-se separado, ou junto?

    Ida Lima :: Professora :: Torres Vedras, Portugal

    [Resposta] Sendo a consulente falante de português europeu, deverá escrever porque, visto tratar-se de um advérbio interrogativo. A frase deverá ficar: «Porque não?»

    Para tornar mais clara a opção pelo advérbio interrogativo, vamos tentar construir novas frases usando por que e porque e tendo por base as frases que a consulente apresentou.

    Respostas a «Gostarias de sair comigo hoje?»:

    — Com por que:

    1) preposição por e pronome relativo que

    «Não é óbvia a razão por que não vou?»

    2) preposição por e pronome interrogativo que

    «Por que razão não hei de ir contigo?»

    (Repare como esta frase com o pronome interrogativo pode alternar com a frase com o advérbio interrogativo)

    3) preposição por e pronome interrogativo que

    «Por que esperas? Vamos!»

    (Atente que a regência do verbo esperar pede a preposição por, parafraseando-se a frase como «Esperas por que coisa?».)

    — Com porque1:

    1) porque é um advérbio interrogativo

    «Porque não?» («Por que não?» no Brasil)

    2) porque é uma conjunção causal

    «Não, porque não quero.»

    1 O uso de porque como conjunção final (com o sentido de «para que») não é corrente no português moderno, embora esteja contemplado em certas gramáticas. "

    ResponderEliminar
  11. A culpa de pessoas como o «joãozinho» deve ser do papá que lá em casa ri-se das macacadas do «joãozinho».

    A foto do «joãozinho» não abona em nada a seu favor. É o menino de direita assolapado. São os olhinhos da mãe e a boca do pai e uma fisionomia que relembra a de um pequeno bode. Só falta lá pôr a barbicha para a fotografia ficar completa.

    ...e no final, dizer ao «joãozinho», ora merra lá, meu lindo.

    ResponderEliminar
  12. Caro António Santos,

    Como está no meu comentário das 18.14: há muita discussão sobre o assunto entre (supostos) especialistas. É por isso que digo "é (o) correcto" com aquele "o" entre parênteses, já que estou a fazer duas coisas numa só: 1) a emitir opinião, dizendo que é "o" que eu considero correcto nesse entre parênteses e 2) a dizer o facto de que ambas as grafias, por via da argumentação e da sustentação em obras de referência da especialidade, se constituem como facto linguísto que não implica erro gramatical ou ortográfico. No limite, seria sempre um ligeiro desvio da norma. Foi também por isso que realcei o facto de se tratar do acordo de 1945, pois que o acordo de 1945 veio trazer, em forma de norma ortográfica, as subtilezas de sentido que estão no meu comentário.

    Ou seja: de tudo quanto está errado no texto que comenta, aquele "por que não", a ser erro, seria um erro que não se compara aos outros e seria um erro que implicaria já o determinar da norma ortográfica a que esse erro se reporta.

    Digo-lhe também que, para nem falar de outros sítios da internet, até mesmo o sítio "Ciberdúvidas" está cheio de disparates de palmatória.

    No meu comentário, havia uma pequena imprecisão ao falar no "por quê" -- trata-se do pronome interrogativo "quê" precedido pela proposição "por".

    Escrevi aquele comentário muito à pressa e no tom menos académico possível. Escrevo com mais pressa ainda, pois estou a meio do meu "expediente".

    Não sou dono da verdade e admito sempre argumentações contrárias à minha.

    Pelo que tive o cuidado e a curiosidade de ver, ser doutor de Estudos Portugueses na Universidade Nova só faz de mim seu colega de faculdade de uma outra área de conhecimentos e talvez de um outro tempo.

    Caro colega, invejo-lhe uma coisa: quem me dera a mim que o texto que comenta tivesse sido "a coisa mais estúpida que já li".

    (desculpe-me se isto vai com gralhas, com erros de pontuação e de concordância gramatical pouco condizentes com a minha formação)









    ResponderEliminar
  13. Estou espantado com o «Sol» que deixa que um ignorante e anti-comunista primário escreva no seu jornal.

    Se este ignorante tivesse acompanhado a história, veria como a presente Albânia, no seu aspecto político, já não tem nada a ver com o passado.

    Quanto ao anti-comunismo primário, há aqui aspectos neste texto que ultrapassam os limites de qualquer cretino que tenta ser engraçado, desde a acusação de que os comunistas não são patriotas, até ao facto de usar o nome de Álvaro Cunhal em vão, noutra espécie de piada e gracinha.

    Daí algumas perguntas ao «Sol» e não ao pequeno e papagaio João Lemos Esteves:

    O vosso jornal defende o anti-comunismo primário do tempo do salazarismo?

    O vosso jornal consente estes artigos ditos «de opinião»?

    O vosso jornal sujeita-se a esta pobreza e degradação de imagem, através de fraca qualidade de texto?

    Enfim, o «Sol» que diz defender a democracia e a liberdade ficará muito mal representado, quando escolhe um ignorante para escrever os seus artigos de opinião.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. mas as opções do Sol ainda espantam alguém?...

      Eliminar
  14. O "Sol" não é um jornal que eu leia. Porem passo-lhe os olhos num escaparate quando calha. Hoje, após ter lido tamanha crítica sobre este fulano de cara de atrasado mental, fiquei espantado pelo "Sol" publicar escritos dele. Mas este país bateu mesmo no fundo a todos os níveis, mas está tudo doido, mas passou a valer tudo? Alguém diz que o atadinho do rapaz escreveu através do iPhone. E o que é que os leitores têm a haver com isso? E o "Sol" não tem um revisor de textos, nem de ideias, nem de bom senso, nem...nem...nem...

    ResponderEliminar
  15. Oh João Lemos Esteves. E se fosses para a puta que te defecou ?
    Podes levar os teus comparsas comentadores que prostrados de 4 e com a língua castanha te idolatram.

    ResponderEliminar
  16. É caso para perguntar ao director do «Sol»:

    O vosso jornal já aceita a má qualidade nas peças ou artigos de opinião?

    Quando a provocação é tão baixa e o nível tão pobre, podemos tratar o «Sol» como um jornal ou um mero pasquim?

    O «Sol» continuará a aceitar artigos de opinião de João Lemos Esteves?

    Nesse caso, também aceitará um artigo de opinião de alguém filiado no PNR?

    O «Sol» já está ao nível do anti-comunismo primário do tempo do salazarismo?

    O próximo artigo de opinião será a gozar com os comunistas que foram torturados pela PIDE ou aqueles que foram deportados para o Tarrafal?

    É esta a linha de opinião do «Sol»?

    Enfim, ainda sobram mais perguntas, porque este artigo tem algo ainda mais baixo que é a mistura do futebol com a política.

    A irresponsabilidade deste comentador é conhecida no jornal que publica os seus artigos de opinião?

    Ainda há mais perguntas...

    ResponderEliminar
  17. Caramba!!! Até fiquei sem fôlego!!! Ainda bem que desabafou por nós!!!! Obrigada

    ResponderEliminar
  18. Esta comunicação social denota um enorme complexo de inferioridade em relação aos comunistas.

    É porque os comunistas não precisam de mentir e porque são honestos na sua maneira de agir.

    A honestidade dos comunistas abala muito a comunicação social que age sempre com mentiras.

    Voltamos aos tempos mais negros da propaganda da "AD" de Sá Carneiro e Freitas do Amaral.

    ResponderEliminar
  19. Morra o Lemos, morra. Pim.

    ResponderEliminar
  20. Embrulha Lemos! Embrulha Sol!

    ResponderEliminar
  21. Por amor de deus, quem tem culpa é quem o lá poe a escrever.
    Ele é um excelente aluno na faculdade de direito e um excelente docente para com os alunos
    Se nao o querem ler nesses assuntos, nao leiam, agora ofender já vai para além da mera critica. Critiquem quem lhe dá margem para se expor e publica os seus textos.
    Gaste o tempo no que gosta, nao a le-lo nem a escrever mal dele

    ResponderEliminar
  22. Criticar quem lá o pôs: sim.
    Excelente docente para com os alunos: duvido.
    Infelizmente, quando se é maior e vacinado torna-se responsável pelos seus próprios actos (ainda por mais, docente numa universidade).
    Pior, é reconhecer que um docente de uma universidade escreve ao nível de um jovem desequilibrado de uma turma com problemas de disciplina.
    Portanto, não há nada a opor às ofensas para com este senhor-menino.

    Para além de um lixo puro, o artigo de opinião que escreveu é mais ofensivo ainda à memória daqueles que tiveram e têm pais comunistas presos ou até mesmo torturados pela PIDE. Ele que pense melhor nos seus textos, antes de os escrever.

    ResponderEliminar
  23. ainda vai acabar na tv como comentadore patrocinado por um capitalista qualquere

    ResponderEliminar
  24. É inútil perder tempo a dar explicações sobre as opiniões rançosas de sabor Salazarento destes espécimes ainda sem classificação na tabela de Lineu. Que é anticomunista virulento demonstrou-o, que é um ignorante também, que é aldrabão não deixou duvidas. Ficamos sem saber a que família biológica pertence.


    Será que o ignorante não sabe que o regime Albanês que o faz espumar baba asquerosa desapareceu há mais de vinte anos?


    O energúmeno não ofende só os comunistas como falta ao respeito à história.

    Com inimigos desta profundidade não temos que dar explicações e ainda menos tentar corrigir o chorrilho de asneiras e mentiras que se atrevem escrever.

    Merecem ser impiedosamente vexados .

    ResponderEliminar
  25. O que tem piada são algumas manifestações de defesa deste imbecil, dizendo que foi excelente aluno na Universidade e até excelente docente para os seus alunos.
    Como se a excelência fosse assim um pacote que se compra em lojas de conveniência, a preço barato.

    O director do «Sol» já conseguiu o que queria. Provocar os «comunas». Faz-lhe rir. Dá-lhe prazer.
    Portanto, a carreira do menino João Lemos Esteves está garantida.

    Infelizmente, nesta sociedade doente é assim que se faz e se paga à corja que defende o capitalismo selvagem e faz pouco dos comunistas, como se fossem bombos de festa.

    ResponderEliminar
  26. Essa tua cara de Anormal reflete-se bem nesta bosta que escreveste... tens uma notória dificuldade em lidar com os comunistas, fruto das diversas vezes que foste sodomizado à bruta junto à quinta da Atalaia, nota-se bem.
    Esse teu ar de atrasado faz-me pensar que és dos que dizem que os comunas comem crianças ao pequeno almoço... e agora comes o pequeno almoço de muitas criancinhas... Cheiras mal...

    ResponderEliminar
  27. «“tão mau que nem sequer torna útil qualquer comentário que se faça.” Se não compreendes porque é que isto é uma escrita abaixo de cão, é porque a tua cultura é abaixo de cão."

    Alguém pode explicar aqui o que está mal?

    ResponderEliminar
  28. O problema é o uso remendado do verbo tornar, que aqui não faz sentido. O João queria o verbo ser, mas como achou que já estava muito batido, viu os sinónimos do word e escolheu "tornar".

    ResponderEliminar
  29. Acho que o rapaz também merece ser apreciado na sua faceta de comunicador oral: o que se pode chamar um bera cópia marcelista.

    Aleatoriamente, divirtam-se:

    https://www.youtube.com/watch?v=RVaFM4KVnwY

    https://www.youtube.com/watch?v=7Cc2-OGyxD8

    https://www.youtube.com/watch?v=AYp0ht6NmsY

    https://www.youtube.com/watch?v=oj7Ga8xg5P8

    https://www.youtube.com/watch?v=Z9B4JYsiXg8

    ResponderEliminar
  30. Qualquer dia está na televisão, a ser entrevistado pela «vampira» Ana Lourenço.

    ResponderEliminar
  31. Obrigado António Santos.
    Realmente o tornar não soa bem ali.

    Cumprimentos

    ResponderEliminar
  32. http://www.sol.pt/noticia/115826
    E continua a iluminação...

    Temos de lhe perdoar. Este desabafo é consentâneo com o desconforto de alguma direita a quem António Costa incomoda mais que Seguro...

    ResponderEliminar
  33. Escrevendo mal ou bem, é assistente convidado de uma das mais prestigiadas faculdades de Direito do País, tem um óptimo currículo, e no SOL ainda ninguém se queixou ou o despediu, que eu saiba. Por algum motivo será... Dor de cotovelo é lixada, e adoro a parte em que espera "nao o ter ofendido", sendo que só lhe chamou de "mentiroso, crápula, rasteiro, mesquinho, imbecil, fascista ranhoso, estúpido", etc.

    ResponderEliminar
  34. Graus Académicos:
    Licenciatura em Direito, 2011;
    Mestrado em Direito Constitucional, concluído em 2014, com a classificação de 18 valores;
    Prepara o Doutoramento em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

    ResponderEliminar
  35. Caro António Santos, depois de ler o seu texto (não faço ideia como vim dar com isto) senti que devia deixar uma pequena nota. Não sei quem é o senhor e também confesso que não sou leitor de jornais (apenas vou dando umas espreitadelas pelo Público) pelo que nem tão pouco sei quem é o João Lemos Esteves. Não sou nenhum portento académico (por vezes, como toda a gente, dou os meus erros gramaticais) e nem sequer sei se estou a escrever suficientemente bem a ponto de evitar ser achincalhado por si mas creio que, depois do que escreveu, o senhor deveria reflectir se tem algum moral para vir escrever as ofensas que eu li e que tão mal lhe ficaram. Não está em causa o que cada um defende ou o que João Lemos Esteves escreveu no passado mas trata-lo de "gajo", "estúpido", "besta", etc, só por causa de uns erros ortográficos (que, se não estou enganado, deveriam ser revistos pela edição do próprio jornal) parece-me excessivo para quem se considera mais inteligente do que um pombo. Um facto é que a violência é linguagem dos brutos, daqueles que no sítio onde deveria estar um cérebro, têm no seu lugar uma casca de noz, e o senhor presenteou todos os seus leitores com bastos exemplos de violência na forma escrita para com um rapaz que, independentemente do que escreveu, da sua idade, ou do que defende, parece ser mais bem sucedido do que o senhor. Peço que não me leve a mal mas creio que o que aqui está em causa é mais "dor de cotovelo" do que outra coisa, achincalhar desta forma um individuo por causa de uns erros de português em textos que deveriam ter sido revistos pela edição do jornal que os publica parece-me ser demasiado primário e absolutamente excessivo. Realço ainda que com o seu texto o senhor não trouxe nada de novo, isto é, o seu texto não têm qualquer conteúdo relevante para a sociedade em que vivemos ou para lançar um debate sobre um determinado problema desta mesma. Talvez o único conteúdo possível de encontrar neste seu texto seja a dimensão da frustração, do ódio, da intolerância e ignorância do português perante alguém que alcançou mais do que ele próprio... PS. - este texto pode conter vestígios ou até mesmo erros ortográficos e/ou gramaticais.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. lol este é um texto lúcido e tranquilo
      além do mais, eu não sei até que ponto alguns «erros» apontados ao texto serão ou não da responsabilidade do jornal na «manipulação» do mesmo
      (embora a crítica devesse cingir-se às ideias e não aos «erros» e «imprecisões» da escrita)

      Eliminar
  36. Pois... este António Santos não vale mesmo NADA. Diz que é professor mas eu não o queria como professor dos filhos ou netos do meu maior inimigo, caso os tivesse. Diz que é professor mas falta-lhe educação e sobretudo caracter. Quando não se concorda com as ideias atacam-se as palavras e escrevem-se "manifestos" sem qualquer conteúdo mas cheio de ódio e cobardemente ameaçador, escondendo-se atrás do virtual. Apenas um conselho: "TENHA CUIDADO AO FECHAR A BOCA POIS PODE TRINCAR A LINGUA E MORRER ENVENENADO".

    ResponderEliminar
  37. É professor assistente na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

    ResponderEliminar
  38. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  39. Um gajo destes, não foi parido... FOI CAGADO!!!

    ResponderEliminar
  40. É mesmo burro apesar de cabeçudo. É feio e mal feito e aquela cabeçorra gigante assombra qq um.

    ResponderEliminar